Um bom simulador do I.A.
http://www.millenniumbcp.pt/Simul/
ImpostoAutomovel/ImpostoAutomovel.jhtml
Recomendo.
A política em geral Politica Política Imposto Automóvel
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| Comprar carro será "mais barato no acto da aquisição". Isto porque o imposto automóvel ( IA) será substituído por dois novos impostos: o imposto de matrícula, pago à cabeça no acto da compra, e o imposto de circulação, liquidado ao longo da vida do automóvel e que também substituirá o tradicional "selo do carro", o imposto municipal sobre os veículos (IMV). Este é o novo modelo proposto pelas Finanças, de acordo com um despacho ontem publicado. O Governo nomeou um grupo de trabalho, presidido pelo director de alfândegas, por elementos da máquina fiscal e representantes do ministério do Ambiente. As associações do sector, a ANECRA e a ACAP, já reagiram e fazem saber que estão interessados em participar na reforma do imposto (ver caixas). Pago à cabeça, no acto da compra do veículo, a taxa de matricula continuará a ser a estrela para os cofres estatais. A fiscalidade automóvel representa 21% das receitas fiscais do Estado e esse é o grande motivo porque o Executivo recomenda cautelas na mudança do imposto. O Governo pretende que a actual carga fiscal, concentrada no IA, seja transferida para a fase da circulação. "O modelo de tributação será baseado em dois impostos", refere o despacho ontem publicado pelas Finanças. "Um com características semelhantes ao actual IA" e outro "com características de imposto de circulação", adianta o documento oficial, assinado pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. Para o comprador do carro, em 2007, o imposto pago à cabeça, o de "matricula" - o actual IA - será menor. Liquidado "de uma só vez" no acto da compra, o carro novo será, ainda assim, mais barato. Mas, em contrapartida, aumentará o futuro "imposto de circulação", paga ao longo dos anos, de modo a que a receita fiscal fique intacta. Assegurando a actual receita tributária, o despacho ontem publicado impõe restrições ao futuro modelo de imposto. O grupo de trabalho terá de "assegurar a manutenção do nível de receitas fiscais actualmente geradas a partir do IA, da incidência do IVA sobre o IA, bem como do IMV". Em conclusão, para o comprador de carro, a carga fiscal será mantida. O selo do carro - o actual imposto municipal sobre veículos, IMV - será diluído no imposto sobre a circulação. "Isto obriga o Executivo a encetar conversações com os municípios", afirma Neves da Silva, secretário geral da Anecra, a associação do comércio e reparação automóvel. O despacho de ontem obriga o grupo de trabalho, liderado por Luís Laço, a "promover a audição" com representantes da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), de modo a manter o nível de fiscalidade que entra anualmente nos cofres camarários. A nova fórmula de cálculo do futuro imposto de matricula - bem como o de circulação - terá por base as "emissões específicas de dióxido de carbono (CO2)". Um ingrediente base já previsto numa comissão técnica em 2001, presidida então por Ricardo Sá Fernandes, que foi secretário de Estado dos Assuntos Fiscais no último governo de Guterres. Assim, a taxa de matricula, paga de uma só vez, no acto da compra, terá em conta a cilindrada do carro, enquanto no cálculo do imposto de circulação entram dados técnicos como "a categoria do veículo, a cilindrada e as emissões específicas de dióxido de carbono" constantes da "homologação técnica" da marca automóvel. >> Quinta, 30 de Março de 2006 Edição Papel do Diário de Notícias Só acredito se vir!Embora este governo me tenha surpreendido já várias vezes, e pela positiva, pelo menos tem a firmeza necessária para levar a bom porto o nosso País. |
O aumento dos preços dos automóveis, em Portugal, foi superior à maioria dos registados nos outros países da União Europeia.
Os preços dos automóveis em Portugal subiram 4,2%, no ano passado. Este aumento foi superior à maioria dos registados na União Europeia.
Conforme um estudo da PriceWaterhouseCoopers, a taxa anual de subida de preços em Portugal foi ultrapassada somente pela italiana (5,6%). Nos restantes Estados-Membros, o aumento foi menor e a média europeia situou-se nos 3,4%.
Posto isto, Portugal está entre os países onde comprar carro é mais dispendioso, sendo 24% mais caro, do que em Espanha. Ainda assim, o mercado mais caro da União Europeia (UE) é o dinamarquês, no qual os carros são 91% mais caros que a média europeia. O mercado suíço é o mais barato. Aqui, os automóveis custam menos 8% do que a média da UE.
Fonte auto hoje
Publicado por PR às fevereiro 24, 2006 04:37 PM
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Os maiores contribuintes deste país são sem qualquer duvida todos os proprietários de veiculos a motor.
Independentemente da cilindrada, podem começar por deixar de (Imposto Automóvel), desde algumas centenas largas e milhares de euros pelo pagamento
deste imposto. A partir do momento que levantam do Stand o automóvel ou motociclo, têm de se dirigir àao posto de abastecimento mais próximo porque o veiculo apenas possui o combustível necessário para esse efeito. E no primeiro abastecimento de combustível que faz, começa logo a largar por cada litro, cêrca de 70 cêntimos de ISP. E enquanto possuir automóvel estará permanentemente a contribuir para os cofres do Estado. Ainda existe muita gente que não possui automóvel. São estes os que menos contribuem com impostos indirectos, mas em valor significativo, para o Estado. Com um grande abraço do Raul
Publicado por: rajodoas
em fevereiro 24, 2006 10:29 PM".
Mas não é tudo.
No website Tudosobrerodas encontrei este artigo de opinião, um pouco mais revoltado.
"imposto automovel ou uma mina para o estado? bem é uma é vergonha....em espanha, os automóveis são mais baratos quase 10 mil euros!!! estamos na C.E.E.?? para quê??? para sermos o pais mais pobre e onde se paga mais impostos? q chulos....pois, os governantes n pagam os carros q têm..n pagam conbustivel, etc..e mais uma vez o combustivel é mais barato em espanha..amigos, q tal um boicote! atestar em espanha...hasta". por mario cruz, 2005-07-05
Realmente é crucial encontrar novas solucções para o financiamento do Estado.
Quem sustenta o País são os funcionários públicos, os compradores de carros, os traficantes de droga e os fumadores, não que esteja a defender os fumadores nem os traficantes, nem os fumadores devem ser comparados aos traficantes. Mas o Estado, tem de forçosamente ter uma relação de cordialidade com todo e qualquer traficante, ladrão ou outro qualquer marginal ou até mesmo o mais pequeno infractor da lei, já que lucra muito com leilões, coimas, multas e impostos.
Portugal um país de falsos ricos.